Vazão e uso da água

 

Uso previsto para a água
 

A prioridade do projeto é o abastecimento humano e a dessedentação animal (suprir necessidades de água para animais). Entretanto, é considerado também como um instrumento que promove o desenvolvimento regional do interior e das zonas metropolitanas dos quatro estados beneficiados (Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba).


Após atender a prioridade de abastecimento, o projeto possibilitará o desenvolvimento econômico, por meio do aproveitamento dos reservatórios locais. Com a chegada do reforço hídrico do São Francisco, a água local pode ser aproveitada para gerar renda e desenvolvimento socioeconômico das famílias. Será viável, por exemplo, o suprimento de indústrias, empreendimentos turísticos e agrícolas.


O São Francisco garantirá o abastecimento de água desde grandes centros urbanos da região (Fortaleza, Juazeiro do Norte, Crato, Mossoró, Campina Grande, Caruaru) até centenas de pequenas e médias cidades inseridas no semiárido e de áreas do interior do Nordeste, priorizando a política de desenvolvimento regional sustentável.

 

Vazão do Rio São Francisco

O projeto não prejudicará o Rio São Francisco. As ferramentas de simulação hidrológica utilizadas pela Agência Nacional de Águas (ANA) mostram que o projeto pode captar 26,4 m³/s, mesmo em períodos muito secos, da vazão do rio que é despejada no mar. Na cheia, a captação pode chegar a 127 m³/s, sem prejudicar o rio.

Operação

A Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) será responsável pela operação e manutenção do projeto, conforme estabelecido pelo Decreto nº. 5.995 de 19 de dezembro de 2006, alterado pelo Decreto nº. 8.207 de 13 de março de 2014.